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Vândalo que destruiu relógio do século 17 no Palácio do Planalto fica em silêncio em interrogatório

Vândalo que destruiu
O bolsonarista Antônio Cláudio já respondeu e foi condenado por outros crimes, incluindo tráfico de drogas

Antônio Cláudio Alves, foi preso na cidade mineira de Uberlândia e já está no presídio

Vândalo flagrado pelas câmeras destruindo relógio no Palácio do Planalto durante os ataques aos três poderes na tarde do dia 8 de janeiro, o pintor de automóveis, Antônio Cláudio Alves Ferreira, preferiu ficar em silêncio durante depoimento na Polícia Federal. Ele foi preso na tarde da segunda-feira em Uberlândia. Depois de um breve período na delegacia federal, o vândalo bolsonarista foi transferido para o presídio de Uberlândia.

Antônio Cláudio estava foragido desde os ataques dos radicais bolsonaristas que promoveram atos terroristas em Brasília. Dez dias após os ataques, câmeras de segurança da cidade onde reside, Catalão (Goiás), registrou imagens do vândalo circulando pela cidade.

Câmera de segurança do terceiro andar do Palácio do Planalto, registrou Antônio Cláudio destruindo relógio atirando-o ao chão. Fabricado no século 17 por Balthazar Martinot, relojoeiro do rei da França Luís XIV, a peça foi um presente do Rei francês a D. João VI que o trouxe para o Brasil.

Após destruir o relógio, o vândalo que se juntou a centenas de terroristas que promoveram destruições e furto no Palácio do Planalto, bem como às sedes do Congresso e Supremo Tribunal Federal, tentou com um extintor de incêndio a câmera de segurança, sem conseguir seu intento.

Antônio Cláudio já foi respondeu e foi condenado em processos criminais, dentre eles o de tráfico de drogas.

O criminoso vai responder por crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime e destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

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